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| Beagá,
Quarta, 14 de fevereiro de 2001 d.C. |
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Frank Black
& The Catholics Por
El Jako
As músicas deste álbum lembram os melhores momentos do Pixies e os mais legais discos de Franck Black, como Teenager of the Year, de 94. O som transita da surf music até o punk rock com momentos de tranqüilidade e paz sonora. É o caso das baladas "I'll be blue" e "St. Francis Dam Disaster", que têm um ritmo maravilhoso. Há também músicas pop assobiáveis como "Stupid me" e "I' ve seen yuor picture", onde é possível ouvir belos efeitos de pedais, banjos e teclados, com arranjos pra lá de bacanas. Outras faixas lembram trilhas sonoras de filmes spaguetti italianos, como "Bullet" e "Llano del rio", com algumas mensagens de cunho social na letra. Por falar em letras, "Blast off" traz o viajandão Franck Black de volta, depois de um período de estágio em Saturno: "I'm a beckett trance, from all that chemical". Outras músicas de destaque são: "Robert Orion" (pode lembrar os anos 70), "Swimmer" (belos riffs de guitarra) e "Dog in the Sand" (que fecha o disco com chave de ouro). Realmente Dog in the Sand é uma boa novidade que está chegando por aí. Muitas das músicas lembram (por incrível que pareça!) aquela fase áurea dos Stones de Sticky Fingers" e Exile on Main Street e da inesquecível cena pós-punk dos anos 80. Tudo isso, graças a um guitarrista dos mais estilosos e de um time de acompanhantes de primeira. Este é o que se pode chamar de um disco redondo e com sonoridades múltiplas que em certos momentos causam estranheza, mas em outros puro prazer. Confira! |
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