<momento fã da semana>Existe
alguém tão foda quanto o Elio Gaspari na imprensa
nacional: a mulher dele</embasbacamento>. A série
de documentários Travessias, da Dorrit Harazim,
é uma das melhores coisas que eu já vi. Os três
têm um tema em comum, que é o esporte, mas cada um
foi feito de uma forma e sob uma abordagem diferente. Ainda não
consegui assistir aos três por falta de tempo, mas achei de
uma genialidade incrível os que vi.
É difícil explicar o fodismo dos três,
até porque eu não sou a Lucie Multiplex ou a Menina
Enciclopédia e não sei me expressar com eloqüência,
mas eu recomendo a todo mundo que puder que assista às reprises
dos filmes que vão passar no fim do mês. Não
tenho GNT, mas imagino que, fazendo-se uma busca
na programação do site, seja possível encontrar
algo sobre a próxima reprise. Se não pelo que eu disse,
vão pelo texto
do Ricardo Calil sobre a série.
A propósito do No
Mínimo, não entendi a nota
na coluna do Tutty Vasquez a respeito da morte do Hunter Thompson.
Eu vi (li) o imbróglio entre a Bárbara Gancia e o
Diogo Mainardi, mas não saquei em que isso explica em parte
o porquê de o HT ter metido uma bala nos cornos. Imagino que
tenha a ver com o (des)controle de armas nos EUA, mas não
ficou muito claro pra mim. Enfim, por não gostar muito de
nenhum dos dois (Gancia e Mainardi), deixa pra lá.
E o Severino
Cavalcanti ganha mais fãs a cada dia que passa. A declaração
dele de que a Câmara não será supositório
do Governo é a coisa mais engraçada do Legislativo
desde a Campanha
Anti-Desarmamento do Jair Bolsonaro. Fora isso, finalmente
alguém dobrou o Palocci! O Severino já era meu
herói pessoal apenas pelo lance
do Alberto Goldman, mas nessa ele foi fundo. Só resta
saber aonde tudo isso vai dar.
Falando de música, achei meio nada o som
novo do Head depois de sair do Korn. Talvez Jesus ainda não
tenha se convencido totalmente da conversão do cara, porque
é uma das piores coisas que eu ouvi dele em um bom tempo,
um lance industrial meio chocho, sem peso. A parte em que parece
que vai decolar não dá em nada. É ver se com
o tempo e os discos do Stryper e Tourniquet o cara cai nas graças
dO Homem.
Por sinal, achei pouco cristão do Head não
falar nada sobre a banda de apoio dele (ou é só ele
e o Senhor?). No site, não encontrei menção
alguma sobre quem mais participa da presepa… Ops, empreitada.
Apesar disso, tem uma
carta ao ouvinte no site com umas coisas bizarras, entre elas
os planos do cara para a grana que vier com o disco (ele quer montar
um lugar pra skatistas) e uma música do álbum ser
dedicada ao Dimebag (porque os thrashers drogados também
têm lugar no Céu!). Há um e-mail
pra sugestões lá, também. Eu sugeriria
que ele arrumasse trampo pros dois
dj’s que foram despedidos por zoar o lance dele encontrar
Jesus. Pior é que a
tal camiseta que os caras pretendiam vender nem era tão
horrível assim. Deus perdoaria, acho.
E por falar em perdoar, que estranha a disposição
total do Nick Olivieri em voltar a tocar no Queens of the Stone
Age. Imagino que o tal Mondo
Generator não deva ter virado nada por enquanto. Ou o
traficante que abastece o cara aumentou o preço do pó.
Pior que nem é tão ruim o teco
do som que eu escutei do Mondo Generator. O vocal é melhor
que o do QotSA e o som lembra algo de P.O.D.
com um ou outro toque de Amen. Mas não dá pra
dizer se a banda é isso mesmo, porque é só
um trecho de música.
O fato é que não vi comentário
algum do Josh Homme a respeito do autoconvite do Olivieri, mas o
site de
bosta do QotSA não carrega a parte de notícias
(pelo menos por aqui), então não sei dizer se ele
realmente preferiu não se pronunciar sobre o assunto.
O parque dos dinossauros, parte IV: um dos fansites
do Black Sabbath avisa que Adam Wakeman vai tocar teclados no
Sabbath. A notícia é mais ou menos velha, mas achei
curioso o filho do Rick Wakeman tocar com o Sabbath. O pai dele
mesmo já tocou na banda, no Sabbath Bloody Sabbath e no Sabotage,
sob o pseudônimo Spock Wall (o lance do pseudônimo eu
não sabia, mas visto que quem
passou a informação foi alguém do Whiplash,
eu não me surpreenderia se não fosse bem isso). O
Rick Wakeman é como a segunda vinda do El Jako: se for ver,
ninguém admite que curte o cara mas, em linhas gerais, ele
fez mais bem que mal no conjunto da obra. Voltando a falar sobre
o filho do Rick Wakeman, me pergunto se a participação
dele na nova turnê do Sabbath tem a ver com o pai dele estar
rifando um dos videogames dele no Ebay.
O hype do U.D.R. continua. Quem ainda não
ouviu, baixe as músicas
novas dos caras e veja se ainda consegue rir. Simpatizei com
a versão deles pra “Jesus Cristo” (o Senhor está
em alta aqui, esses dias) e achei meio nada o reggae dos caras (“O
leão de Judá não mente jamais”). Ainda
faz rir.
Por ora, é isso.
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