Alguém viu o Velvet Revolver
ao vivo no David Letterman? Eu conto como foi: ruim pra cacete.
Música fraca e o Scott Weiland fazendo performances à
lá Ney Matogrosso. Constrangedor. Não que eu esperasse
algo vindo deles, mas está abaixo da crítica.
Não vi quase nada do Rock In Rio Lisboa.
Vi um pedacinho do Evanescence, a menina é desafinada pacas.
E o Foo Fighters, em que o Dave Grohl parecia meio acabadão
- fazer balada com o Lemmy não é coisa para amadores.
O Prêmio Multishow de música Brasileira
aconteceu semana passada e premiou as mesmas pessoas nos mesmos
quesitos. As novidades foram a Pitty e a Maria Rita. E só.
Que legal, o Jota Quest tocou no aniversário
da neta do Maluf. Imagino quem pagou.
Só fui ouvir o Mars Volta ao vivo há
pouco tempo. Queria saber porque eles pensam que estão em
1971 e são o Led Zeppelin. Menos, rapaziada, menos...
Meu Deus. Brujeria vai tocar em São Paulo
nos dias 05 e 06 de agosto no Hangar 110. Hutt e Are you God? abrindo
o show é mais do que justo.
Linkin Park parece que vem também. Se for
de graça, quem sabe?
Falando
em AyG?, tomei um susto ao escutar “Gatinho”,
hit do Djoaum, vocalista da banda, em uma vinheta na MTV.
As
festas glam rock do Black
Jack continuam sendo uma das coisas mais engraçadas,
divertidas e bizarras para se ver em São Paulo.
Se
Swing com Syang não ganhar o prêmio Dynamite
como melhor programa de TV ano que vem, será marmelada.
Minha passada pela Praça da República
durante a parada do orgulho Gay não poderia ser mais clichê.
Ao som de “It’s Raining men... Aleluia”, o pessoal
estava se acabando. Gostaria de saber uma coisa: gays não
sentem frio não?
Muito se tem falado sobre o filme do Cazuza. Vamos
por partes: eu simplesmente abomino o cantor, suas músicas
e sua voz, mas acho válido que retratem sua vida, já
que ele teve histórias muito interessantes. Entretanto, pelo
o que li sobre o filme, é uma biografia “chapa branca”
que omite certas histórias polêmicas, talvez para preservar
pessoas ainda vivas (como o caso de Cazuza com Ney Matogrosso) ou
para satisfazer caprichos da mãe do cantor (como o caso da
capa da revista Veja, que deu o maior rebu). O próprio pai
de Cazuza andou criticando a produção por “amenizar”
o conteúdo homossexual no filme para fins mercadológicos
(não pegar censura 18 anos). Com tantos “poréns”,
fica difícil dar um ponto para esse filme.
O texto
sobre programas de auditório
da Menina Enciclopédia me fez lembrar que já participei
do programa do Atchim e Espirro quando estava na época do
pré. Era tão chato que eu dormi na arquibancada e
fui filmado puxando um ronco.
Vi o Primal Fear ao vivo (na faixa) e vou te contar...
que troço ruim.
Falando em metal, não dá para não
comentar. Dá para ver que o metal nacional anda meio mau
das pernas quando um festival (Brasil Metal Union) anuncia como
uma das grandes atrações o... Massacration (!).
Eu já falei isso antes, mas não custa
repetir: se você tem uma banda nova não caia nesse
papo furado de entrar em “festivais” que te obriguem
a vender cotas de ingresso. Ora, se você pode levar no mínimo
50 pagantes (que são as “cotas mínimas”)
para uma casa de show, procure a casa diretamente e meta as caras.
Não dê dinheiro para promotor safado que finge estar
te ajudando.
O Gilberto Gil apareceu com esse papo de “música
livre” e liberou aquela música meia boca dele na internet
para os outros remixarem só porquê o Lobão falou
poucas e boas dele ou foi impressão minha?
Aliás, o Gil saiu da licença dele
para fazer shows e já voltou ao batente?
Passo a bola para o Sukrilius. Os dez anos do primeiro
disco do Oasis merecem tanto confete assim?
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