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Começaram
as eliminatórias para a Copa do Mundo de Futebol, o segundo
evento esportivo mais importante da terra. Pela primeira vez, o
atual campeão se vê na obrigação de disputar
as eliminatórias. O que tem de novidade no escrete brasileiro
é só o treinador e a comissão técnica
- quando digo treinador, lembro que milhões de brasileiros
podem se-lo, inclusive o Orêia Seca, este modesto colunista
que ocupa este espaço.
Agora,
técnico de futebol vivo mas fora de atividades em minha opinião
é só um, e esse é seguramente o sr. Telê
Santana. Na falta dele, qualquer um serve e de novo, novamente again,
temos que suportar o Parreira e engolir o Zagallo, o que não
é nada digestivo.
Bem,
as eliminatórias não são nada fáceis,
pela forma como são disputadas, e muitos futeboleiros que
atuam na Europa reclamam, e não sei porquê razão,
e acho que sem razão, porque o que acaba parecendo é
que eles não estão nem aí para a camisa, o
hino e a bandeira brasileira. Mas não é só
no Brasil que isso acontece, é em toda a América do
Sul, dando a impressão de que as eliminatórias sul-americanas
são uma divisão paralela à divisão européia.
E tem muito neguinho doido para servir à Seleção,
pelo fato de ela ser, talvez, a maior vitrine do futebol mundial.
Quando
do evento eliminatório da Copa Japão/Coréia,
houve muitos jogadores que reclamaram do calendário - ora,
ora, ora... Até parece que estão fazendo um favor,
e que não ganham nada para isso. Sei não, para muita
gente não seria o ideal, mas talvez se o Brasil ficasse de
fora da próxima Copa do Mundo, isso acordaria o povo amente
do futebol em nosso país.
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