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O todo-poderoso
da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, não pára de inventar moda. Depois
de sugerir um rodízio de pilotos entre as equipes e outras bobagens
mais, agora ele quer a categoria no Vaticano. Isso mesmo. O "Louco
Ecclestone" sugeriu, na semana passada, que a F-1 dispute um GP
no Vaticano, na pista de Vallelunga. A idéia é sensacional. Teríamos
a primeira corrida cristã da história. Obviamente que com alguns
diferenciais para os outros Grandes Prêmios. Os treinos em hora
de missa, por exemplo, certamente seriam abolidos. E a largada só
ocorreria depois da tradicional cerimônia dominical.
Para
dar mais emoção, o Papa poderia pedir aos pilotos, antes da corrida,
que ligassem seus motores, "Gentlemen, start your engines". O mandatário
maior da Igreja Católica também deveria ficar responsável pela entrega
dos troféus aos vencedores. Imagine que jogada de marketing genial:
unir religião e automobilismo.
Cartão
Vermelho
Enquanto a idéia do GP do Vaticano não se concretiza, o boca-dura
Jacques Villeneuve parece estar com seus dias contados na BAR. É
de se entender. O segundo maior salário da Fórmula 1 começou o ano
dizendo que se fosse mais lento que seu companheiro, Jenson Button,
abandonaria a carreira. Pois estamos passando da metade da temporada
e, até agora, o bocudo só somou três pontos - contra dez do seu
rival. E o pior não é só tomar o cartão vermelho da BAR. Até agora,
ninguém ofereceu um cockpit para Villeneuve, que corre o risco de
uma aposentadoria prematura.
Guerra
dos pneus
Muito se falou na última semana sobre uma possível saída da Bridgestone
da F-1. O motivo seriam os constantes bailes que a fornecedora vem
tomando da francesa Michelin. Me desculpem os "boateiros" de plantão,
mas falar que a Bridgestone está saindo da categoria é menosprezar
os japoneses e seu poder de reação. Aguardem as próximas corridas.
Perguntinha
Alguém aí consegue se animar para assistir um GP da Fórmula Mundial?
Desisti faz tempo. Tem coisa muito melhor para se fazer...
A
frase
"Rubens Barrichello é um mercenário."
Bernie
Ecclestone, criticando a atitude passiva de Rubinho frente ao seu
companheiro de equipe, Michael Schumacher.
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