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O mais
importante fato do Grande Prêmio da França, disputado no circuito
de Magny Cours no último domingo, foi a confirmação do crescimento
da equipe Williams. Esta é uma notícia muito boa para um campeonato
que, com as seguidas vitórias do alemão azedo (leia-se Michael Schumacher),
caminhava para a sonolência.
Agora,
a situação deve esquentar. Ninguém duvida que, atualmente, o conjunto
Williams-BMW-Michelin é o melhor do circo. Ótimo. E ninguém duvida
também da capacidade de reação da Ferrari e do talento de Michael
Schumacher. Para botar ainda mais lenha na fogueira, a McLaren e
Kimi Raikkonen vêm apresentando um fôlego invejável - sem falar
que nas últimas provas devem correr com o "famoso" carro novo. Todos
estes ingredientes dão a expectativa de que teremos o fim de campeonato
mais empolgante dos últimos anos.
Pergunta
A propósito: a temporada está legal, bastante gente disputando as
vitórias, mas novamente tivemos uma corrida quase sem ultrapassagens.
Quando voltarão os bons tempos?
História
de pescador
A Minardi, para não perder o costume, protagonizou o momento mais
engraçado do fim de semana. E conseguiu transformar o chato treino
de pré-classificação da sexta-feira em uma festa. Como? Simplesmente
conseguiu os dois melhores tempos do dia. Parecia história de pescador.
Obviamente,
a chuva ajudou, mas valeu a festa. E como os caras são divertidos.
Tão logo o treino acabou, começaram a comemorar e a largar aquelas
bobagens ditas em momentos de empolgação: "O tempo colaborou, porém
é importante salientar que o chassi PS 03 (usado pelo time este
ano) se adaptou perfeitamente ao circuito...". Que comédia, até
parece que aquela banheira ia andar bem em algum lugar. Posteriormente,
um dos pilotos (Justin Wilson), foi desclassificado por estar abaixo
do peso mínimo permitido (605 Kg). Só que aí o mundo da F-1 já havia
consagrado a Minardi.
Para
encerrar o assunto, vale lembrar que no sábado tudo voltou ao normal,
com a equipe ocupando os dois últimos lugares do treino de classificação.
A
frase
"Passar aqui (em Magny Cours) é mais difícil do que em Mônaco."
O exagero
vem de Juan Pablo Montoya, ao justificar porque nem tentou se aproximar
de Ralf Schumacher durante a prova. Até você, Montoya, já está começando
a arranjar desculpas?
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