Patético, o Grande Prêmio
dos Estados Unidos de Fórmula 1.
Patéticos, os pneus Michelin levados para Indianápolis.
Patético, o novo regulamento.
Patético, Ralf Schumacher batendo dois anos na mesma curva.
Mais patético ainda: apesar de ser braço-duro, o
alemão-estressadinho não teve culpa em nenhum dos
dois acidentes.
Patético, o jogo de cena feito durante os treinos.
Patético, o impasse gerado antes da corrida.
Patético, quem sugeriu a criação de uma chicane
na curva 13.
Patéticos, os dirigentes da Federação Internacional
de Automobilismo (FIA).
Patéticos, os chefes de equipe.
Patético, o comunicado distribuído por estes mesmos
gênios.
Patético, os carros com Michelin dando uma volta e entrando
nos boxes.
Patéticos, os pilotos que não largaram
Patéticos, os pilotos que largaram.
Patético, David Coulthard dizendo que, se a decisão
fosse dele (quá, quá, esses robozinhos da F-1 moderna
não mandam nem no próprio nariz), correria.
Patéticos, os torcedores, justamente indignados, jogando
latas e garrafas na pista.
Patéticos, Rubens Barrichello e Michael Schumacher quase
jogando fora uma corrida ganha ao dividir, pateticamente, uma curva.
Patético, Paul Stoddart comemorando o “bom”
desempenho da sua equipe.
Patético, Tiago Vagaroso Monteiro estourando champanhe no
pódio.
Patético, este colunista pouco criativo que vos fala.
Nota dos patéticos
Zero, zero, zero para todo mundo.

Dica:
Convido a todos os abacaxinautas a visitarem o site www.automobiles.com.br,
quase uma versão online do jornal Jornal MotorBR,
do qual sou editor. As atualizações são diárias. |