Vencedora da Copa do Mundo, da Liga
Mundial, do Campeonato Mundial e agora campeã olímpica.
O verdadeiro “Dream Team” dos esportes coletivos é
a seleção brasileira masculina de voleibol.
Anderson, André Heller, André Nascimento,
Dante, Escadinha, Giba, Giovane, Gustavo, Maurício, Nalbert,
Ricardinho e Rodrigão certamente formam um dos maiores times
de vôlei de todos os tempos. Quiçá, o maior.
Claro que não podemos esquecer do técnico Bernardo
Resende, o Bernardinho. Pegou uma seleção desacreditada
e a levou a patamares nunca antes imaginados. Com ele, o Brasil
disputou 15 torneios e ganhou 12.
Em Atenas, a seleção sobrou da concorrência.
As vitórias avassaladoras sobre Holanda e Rússia na
primeira fase (3x1 e 3x0) e sobre os Estados Unidos na semifinal
(3x0) foram fantásticas. E o que dizer dos confrontos memoráveis
contra a Itália? Na primeira fase, um aperitivo: 3x2, com
direito a 33x31 no tie-break. Na final, um belíssimo 3x1,
que dirimiu qualquer dúvida sobre a superioridade do time
brasileiro.
Assim fica fácil explicar as razões
do sucesso da equipe de vôlei nacional: talento dos jogadores,
competência da comissão técnica, união
do grupo e, naturalmente, organização dentro e fora
da quadra. Uma fórmula simples, mas poucas vezes usada no
esporte tupiniquim.
País do futebol? Não. Pelo menos nos
próximos meses, o Brasil será o país do voleibol.
Fórmula
1
Schumacher
heptacampeão. Alguém duvidava? Este assunto e as notas
do Troféu De Ponta a Ponta ficam para a
próxima semana. As conquistas brasileiras são mais
importantes...
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