Os amistosos do último dia 1º
foram interessantes para ver como estão as seleções
a pouco mais de 90 dias do início da Copa da Alemanha. Algumas
provaram que estão tinindo. Outras mostraram que ainda vão
precisar de muitos ajustes para fazer uma campanha digna. Aí
vão os meus pitacos:
A Itália está
acertando o time e vai chegar forte na Copa (e jogou sem sua principal
estrela, Totti). Inglaterra, idem.
A Alemanha não passa,
com sorte, das quartas. O time é cheio de caneleiros que
não disputariam a segunda divisão do Campeonato Brasileiro.
Já deviam começar a se preocupar com o Equador.
A Argentina, definitivamente,
não é tudo isso. É um como se fosse um "Brasil
piorado": a defesa é tão frágil quanto
e do meio pra frente eles não têm o talento canarinho,
aquele que vai definir a Copa a nosso favor com uma vitória
de 5x4 sobre a Inglaterra na final (Quatro do Crouch pro English
Team). Antes que me atirem pedras, os jogadores argentinos não
são ruins, apenas estou dizendo que os nossos são
melhores. Prefiro, por exemplo, Ronaldinho a Riquelme, Ronaldo a
Crespo...
A Família Scolari versão
portuguesa vai longe.
A França, ao que parece,
não aprendeu as lições de 2002, quando chegou
arrotando superioridade com frases do tipo "Somos os melhores",
"O Brasil está morto" e voltou para casa ainda
na primeira fase. Zinedine Zidane, depois de perder para o "timaço"
da Eslováquia em casa: "Apenas o Brasil pode atrapalhar
o nosso caminho". Tá bom.
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