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Beagá, 06 de março de 2006 d.C.
 
Impressões de um 1º de março
Por Grand Chelem
 

Os amistosos do último dia 1º foram interessantes para ver como estão as seleções a pouco mais de 90 dias do início da Copa da Alemanha. Algumas provaram que estão tinindo. Outras mostraram que ainda vão precisar de muitos ajustes para fazer uma campanha digna. Aí vão os meus pitacos:

A Itália está acertando o time e vai chegar forte na Copa (e jogou sem sua principal estrela, Totti). Inglaterra, idem.

A Alemanha não passa, com sorte, das quartas. O time é cheio de caneleiros que não disputariam a segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Já deviam começar a se preocupar com o Equador.

A Argentina, definitivamente, não é tudo isso. É um como se fosse um "Brasil piorado": a defesa é tão frágil quanto e do meio pra frente eles não têm o talento canarinho, aquele que vai definir a Copa a nosso favor com uma vitória de 5x4 sobre a Inglaterra na final (Quatro do Crouch pro English Team). Antes que me atirem pedras, os jogadores argentinos não são ruins, apenas estou dizendo que os nossos são melhores. Prefiro, por exemplo, Ronaldinho a Riquelme, Ronaldo a Crespo...

A Família Scolari versão portuguesa vai longe.

A França, ao que parece, não aprendeu as lições de 2002, quando chegou arrotando superioridade com frases do tipo "Somos os melhores", "O Brasil está morto" e voltou para casa ainda na primeira fase. Zinedine Zidane, depois de perder para o "timaço" da Eslováquia em casa: "Apenas o Brasil pode atrapalhar o nosso caminho". Tá bom.

 

 

 

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