| X-Men
3 sem Bryan Singer
Uma notícia ruim para os fãs de X-Men. O
terceiro filme da franquia não será dirigido por Bryan
Singer, diretor dos dois filmes da série. “Podemos
confirmar oficialmente que Bryan está fora de X3
e que o projeto continua caminhando adiante”, revelou um porta-voz
da 20th Century Fox à revista Wizard. A Fox rescindiu
o contrato de dois anos que mantinha com o diretor e a sua produtora
Bad Hat Hary. Comenta-se que o estúdio tomou essa decisão
pelo fato de Singer ter se comprometido com dois projetos da Warner
Bros. (Superman e Logan’s Run) enquanto
ainda negociava com a Fox. O novo diretor de X-Men 3 não
foi escolhido.
The Brothers Grimm
só em 2005
Como o diretor Terry Gilliam (Os 12 Macacos) ainda não
tem um corte final para o seu novo filme, The Brothers Grimm,
a data de estréia do longa-metragem foi adiada. Inicialmente
previsto para estrear em novembro deste ano, a nova data do filme
foi marcada para novembro de 2005. Matt Damon, que interpreta Jake
Grimm, explicou a um site especializado em cinema que os efeitos
do filme ainda precisam ser feitos, pois, segundo o ator, “é
um filme de efeitos especiais bastante pesados”. Damon já
teve a oportunidade de assistir a uma versão bruta de Brothers
Grimm e não dispensou elogios: “Será um
filme realmente bom”. Heath Ledger interpreta o irmão
de Jake, Will Grimm.
Os Monstros
na telona
Depois de SWAT, As Panteras e o pouco conhecido
Mod Squad, agora é a vez da clássica série
de tv Os Monstros ganhar uma versão cinematográfica.
O seriado dos anos 60 era sobre uma família de monstros que
não entendia porque as outras pessoas os temiam. O filme
será escrito e produzido pelos irmãos Wayans, da franquia
engraçadinha Todo Mundo em Pânico, e será
ambientado na atualidade. Diretor e elenco não foram ainda
definidos.
McDonald’s contra
Super Size Me
Super Size Me, famoso documentário dirigido por
Morgan Spurlock que critica severamente a rede de fast-foods McDonald’s,
fez com que seu objeto documentado lançasse mais uma campanha
para combatê-lo. Desta vez, o McDonald’s comprou anúncios
em jornais da Inglaterra para se defender. "Concordamos com
a questão central: se você comer demais e não
fizer nada, é ruim para você", diz o anúncio.
No documentário, Spurlock passa 30 dias se alimentando somente
no McDonald’s. O resultado deste perigoso ato é que
o sujeito vê sua saúde desintegrar. Entretanto, segundo
a empresa, a maioria dos consumidores da rede levaria cerca de seis
anos para ingerir a mesma quantidade de comida que o diretor comeu
em um mês.
Filme sobre Hitler
gera polêmica na Alemanha
“Acabamos de ver a Paixão de Cristo, de Mel
Gibson, e agora temos a Paixão de Adolf Hitler”. Este
comentário foi feito por Rolf Giesen, do Museu do Filme em
Berlim, sobre The Downfall, filme que acompanha os últimos
dias de Hitler antes de seu suicídio. O enfoque do filme,
escrito e produzido por Bernd Eichinger, tem gerado polêmica
na Alemanha, uma vez que o líder nazista é retratado
como um homem de fala gentil e com um lado humano. A historiadora
da arte Isabel Marschall acha que agora é a hora certa de
The Downfall ser lançado, apesar de ter certeza
de que “haverá algumas pessoas que usarão este
filme de uma maneira que não será muito positiva para
a Alemanha”. Como filmes polêmicos têm gerado
bilheterias espantosas (exemplos recentes são o já
citado Paixão de Cristo, além de Farenheit
11 de Setembro), alguém acredita que The Downfall
irá fracassar?
David Schwimmer mais
uma vez atrás das câmeras
David Schwimmer, o Ross da finada série Friends,
vai dirigir a comédia independente Run, Fat Boy, Run.
O roteiro, escrito por Michael Ian Black (ator do seriado Ed),
conta a história de um gordinho que tem o desafio de terminar
a maratona de Nova York e convencer a mulher que ama de que seu
rico noivo não serve para ela. As filmagens estão
previstas para começar em fevereiro do ano que vem, em Nova
York. Schwimmer já havia dirigido a comédia romântica
Since You’ve Been Gone (1998) e vários episódios
de Friends. Em breve, vai dirigir a série Joey,
estrelada pelo seu colega de Friends, Matt LeBlanc.
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Em 1969 Robert Altman trabalhou num projeto
cinematográfico que visava levar para as telas o roteiro
de Ring Lardner Jr., baseado no livro autobiográfico
do médico Richard Hooker sobre a Guerra da Coréia.
A história tinha o propósito de mostrar que,
no horror da guerra, só não enlouquece quem
já é insano. Mais insano do que os próprios
personagens - uma equipe de médicos do 4077° Hospital
Cirúrgico Móvel do Exército (Mobile Army
Surgical Hospital, ou M.A.S.H) - é o diretor Altman.
Durante as filmagens, ele criou desavenças
com dois dos protagonistas de seu filme, Donald Sutherland
e Elliott Gould. Para o elenco, as idéias do diretor
eram absurdas, pois não havia sentido em fazer uma
comédia antiguerra num contexto marcado pela Guerra
do Vietnã, com muitas cenas sanguinolentas - todas
passadas na sala cirúrgica. E nem adiantava querer
culpar o roteirista: após ver o filme, Lardner constatou
que nenhum diálogo de seu roteiro foi utilizado. Curiosamente,
o filme ganhou o Oscar de roteiro adaptado, além de
ter recebido outras quatro indicações ao prêmio
(filme, diretor, atriz coadjuvante e edição).
Não há trama linear em MASH.
O filme mostra o cotidiano sádico de médicos
e enfermeiras que, entre uma operação e outra,
transam, armam conspirações entre eles, fazem
apostas e cerimônias de suicídio, jogam golfe
e futebol americano. Quem é mais louco, os médicos
ou os poderosos que os enviam a um país desconhecido
para vencer uma guerra que não é dos EUA? A
resposta para essa pergunta o próprio espectador encontrará
após assistir a este brilhante filme. Surpreendentemente,
MASH foi sucesso de público e crítica:
faturou mais de 80 milhões de dólares de bilheteria.
Título original: MASH
Ano: 1970
País: EUA
Direção: Robert Altman
Com: Donald Sutherland, Elliott Gould, Tom Skerritt, Sally
Kellerman, Robert Duvall, Roger Bowen.
116 min - Colorido.
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