| Uma
fórmula para filmes de terror
Uma pesquisa, patrocinada pelo canal de TV a acabo britânico
Sky Movies, chegou à fórmula do filme de terror perfeito.
Os pesquisadores passaram dez semanas assistindo a filmes de terror
como O Exorcista, O Massacre da Serra Elétrica
e Silêncio dos Inocentes, daí elaboraram uma
fórmula que combina elementos de suspense, realismo, sangue
e surpresa para medir o teor de horror do filme. O Iluminado,
Tubarão e Psicose alcançaram níveis
altos, de acordo com a pesquisa.
Abaixo, a fórmula do filme de terror perfeito:
(um+d+cp+a) 2+c + (r+f)/2 + (ps+e+l)/n+s X -es. Onde:
um = uso de música
d = desconhecido
cp = cenas de perseguição
a = sensação de estar em uma armadilha
c = choque
r = realismo
f = fantasia
ps = o personagem está sozinho
e = escuro
l = locação
n = número de pessoas
s = sangue
es = estereótipos.
Keira
Knightley sob direção de Tony Scott
Domino, novo suspense de ação do diretor
inglês Tony Scott (Top Gun, Inimigo do Estado),
terá como protagonista a musa Keira Knightley (Piratas
do Caribe). A atriz vai deixar de lado papéis de moças
boazinhas para interpretar Domino Harvey, filha do falecido ator
Lawrence Harvey, que se tornou uma caçadora de recompensas.
O roteirista é o amalucado Richard Kelly, que escreveu e
dirigiu o ótimo Donnie Darko.
Um
vilão para o Quarteto Fantástico
Depois de escolher os desconhecidos Ioan Gruffudd, Jessica Alba,
Michael Chiklis e Chris Evans para personificar os heróis
do Quarteto Fantástico, agora a Fox escolheu seu vilão
para o filme. O australiano Julian McMahon viverá Victor
Von Doom / Dr. Destino. Também nunca ouviu falar no sujeito?
Se você for fã da série Charmed, talvez
se lembre do demônio Cole Turner, papel mais conhecido de
McMahon. Os boatos que apontavam Jason Isaacs para o papel devem
ter iludido muita gente.
Ralph
Fiennes e Miranda Richardson em Harry Potter 4
Dois novos atores foram contratados para atuar em Harry Potter
e o Cálice de Fogo. Ralph Fiennes, protagonista do premiado
O Paciente Inglês, será Lord Voldemort, pondo
fim aos boatos de que John Malkovich viveria o bruxo das trevas.
Miranda Richardson (Traídos pelo Desejo) ficou com
o papel da insuportável repórter Rita Skeeter.
A
volta de Flash Gordon
Flash Gordon, a famosa série de histórias
em quadrinhos que ganhou adaptação para as telas em
1936 e 1980, ganhará mais uma versão. Stephen Sommers
e Bob Ducsay, que produziram Van Helsing, serão
os produtores, mas é provável que Sommers também
escreva o roteiro e dirija o filme, além de ser o consultor
criativo da nova série do gibi, que será lançada
pela Top Cow Comics.
Mais
polêmica em torno de Fahrenheit 11 de Setembro
O documentário Fahrenheit 11 de Setembro, que corria
o risco de ser desclassificado na pré-seleção
dos indicados ao Oscar 2005, vai poder concorrer ao cobiçado
prêmio. O porta-voz da instituição, John Pavlick,
disse que a Academia reconheceu que a cópia do documentário
que foi exibida na televisão cubana é ilegal, e que
seria injusto desqualificar a produção. A Academia
proíbe a exibição na TV de filmes pré-concorrentes
e concorrentes ao prêmio num período inferior a nove
meses de sua estréia nos cinemas, como ocorreu com Fahrenheit
11 de Setembro em Cuba. Outra polêmica recente provocada
pelo documentário é a sua proibição
no Kuwait. A justificativa do governo kuwaitiano é a de que
o filme é ofensivo com a família real da Arábia
Saudita e o Kuwait tem leis que proíbem insultar nações
amigas.
Recomendo:
Quanto Mais Quente Melhor
Em 5 de agosto de 1962 morria, aos 36 anos
de idade, uma das maiores divas do cinema - ou a maior delas,
na opinião de muitos: Marilyn Monroe. Ao longo de seus
31 filmes, a estrela foi desde figurante a protagonista. Muito
se fala da beleza e da sedução que Marilyn exercia
sobre os homens, e seu caso mais famoso foi com o presidente
dos EUA, John Kennedy. Nada mais justo do que relembrar o
aniversário de morte da atriz com um de seus filmes
mais celebrados: a comédia Quanto Mais Quente Melhor.
O filme é considerado a melhor comédia
de todos os tempos. Mas o mérito não vai para
a sua estrela principal, e sim para os excelentes Tony Curtis
e Jack Lemmon, além do diretor Billy Wilder, que conduz
o filme de forma que, a cada aparição, Josephine
e Daphne sejam ainda mais engraçadas.
Em 1929, dois músicos (Curtis e Lemmon)
testemunham um assassinato e, temendo ser mortos pela máfia,
encontram um único jeito de escapar com vida: se infiltrar
em uma banda só de garotas e fugir para a Flórida.
Mas para o plano dar certo, os rapazes têm de criar
uma nova identidade e se disfarçar de garotas. É
aí que aparece a estonteante Sugar Cane (Monroe), cantora
da banda, que se torna a grande amiga dos rapazes.
Surge um interesse amoroso entre Sugar e um
dos músicos disfarçados - que eu não
vou revelar para não perder a graça -, mas isso
só tende a aumentar a dificuldade da dupla manter o
disfarce e, conseqüentemente, a própria vida.
Quanto Mais Quente Melhor é
um grande filme, mas com uma pequena atuação
de Marilyn. Ela sabia que sua beleza poderia facilmente superar
seu pouco talento como atriz, e foi justamente graças
às suas formas físicas, e não ao talento,
que a moça conquistou a fama.
Título original: Some Like it Hot
Ano: 1959
País: EUA
Direção: Billy Wilder
Com: Marilyn Monroe, Tony Curtis, Jack Lemmon, George Raft,
Pat O’Brien, Joe E. Brown, Nehemiah Persoff.
120 min - Preto & Branco.
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