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Framboesa
de Ouro faz justiça aos piores
A famosa premiação anual dos piores do cinema, que tradicionalmente
acontece sempre um dia antes do Oscar, consagrou a popstar Madonna
e seu marido Guy Ritchie como os mais desprezíveis de 2002 pelo
filme Swept Away, o que já era previsto desde seu desastroso
lançamento - o filme foi um grande fracasso de bilheteria, tendo
arrecadado somente cerca de 600 mil dólares e nem será lançado comercialmente
no Brasil. O prêmio Razzie ("Framboesa") é uma iniciativa da The
Golden Raspberry Award Foundation que, além da premiação de pior
atriz, agraciou o filme de Madonna com os prêmios de Pior Filme,
Pior Remake (é uma refilmagem de um filme italiano de 1974, de Lina
Wertmuller), Pior Casal nas Telas (Madonna e o ator italiano Adriano
Giannini) e Pior Diretor (Ritchie). Para Madonna, a premiação como
Pior Atriz do ano não é novidade, já que acumula outras cinco framboesas
nessa categoria, além de também ter sido escolhida como a Pior Atriz
Coadjuvante por sua participação no mais recente 007 (Um Novo
Dia Para Morrer). Outra cantora que entrou para o hall das piores
foi Britney Spears, dividindo com Madonna o troféu de Pior Atriz
pela sua atuação em Crossroads, e conquistando o prêmio de
Pior Música Original por "I'm Not a Girl, Not Yet a Woman", canção
que interpreta no referido filme. Os demais premiados: Roberto Benigni,
o Pior Ator do ano por Pinóquio, George Lucas, em Episódio
II - Ataque dos Clones, que levou o prêmio pelo Pior Roteiro,
e o ator Hayden Christensen, que levou o prêmio de Pior Ator Coadjuvante
pela sua atuação no mesmo filme.
Em
produção...
Gwyneth Paltrow, vencedora do Oscar de melhor atriz pelo meloso
Shakespeare Apaixonado, brevemente voltará às telas ao lado
de Lisa Kudrow no independente Happy Endings, de Don Roos.
Trata-se de uma comédia em três pequenas histórias que independem
umas das outras. Roos já dirigiu ambas atrizes: Paltrow, em Mais
Que o Acaso, e Kudrow, em O Oposto do Sexo. As filmagens
começam em maio e acontecerão na Califórnia.
Guerra
ameaça bilheterias americanas
Com o clima de guerra correndo solto e com os bombardeios sendo
transmitidos ao vivo pela TV, muitos americanos estão deixando de
ir às salas de cinema. Para evitar fracasos, alguns lançamentos
também estão sendo repensados. A estréia nos EUA de Against the
Ropes, com Meg Ryan no elenco, é um exemplo: prevista para o
final de abril, foi cancelada pela Paramount Pictures, que ainda
não divulgou uma nova data para o lançamento do filme. Além das
baixas bilheterias, o temor seria o custo publicitário da TV, já
que as emissoras têm interrompido a programação normal para cobrir
ininterruptamente a Guerra, cancelando comerciais e gerando prejuízos
para todos.
Superman
perde para A Hora do Rush 3
O que se ouve a meia boca é que a proposta existe, o projeto existe
e a vontade da Warner Bros. também existe. Mas roteiro, diretor
e ator, o que é bom mesmo, nada. O último nome tido como certo na
direção de Superman era Brett Ratner, famoso pela série A
Hora do Rush. E foi exatamente para dar continuidade à série
que consagrou Jackie Chan e Chris Tucker, que Ratner se afastou
do projeto. O terceiro filme terá roteiro de Jason Richman (Em
M á Companhia) e as filmagens começam daqui a dois meses. Além
disso, dizem as más línguas que Matthew Bomer, o ator escolhido
por Ratner para viver o Homem de Aço, não teria sido aprovado pela
Warner, causando sua insatisfação e, conseqüentemente, a desistência
do diretor de continuar no barco.
Festival
de Documetários chega à sua 8ª edição
O Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade já é uma
tradição no circuito nacional e reúne o que há de melhor na produção
mundial do gênero, além de mostrar que o Brasil não fica nada a
dever nesta categoria. O Festival começa dia 03 de abril no Rio
e em São Paulo, com participação de nove longas metragens e 12 curtas.
No Rio, dois dias antes da abertura oficial, o Centro Cultural Banco
do Brasil vai exibir todos os documentários brasileiros vencedores
nas edições anteriores do Festival. Há também a mostra paralela
O Estado das Coisas, que exibirá oito documentários nacionais.
Para quem estiver no eixo Rio-Sampa, vale a pena conferir.
Miramax
baixa o nível na divulgação de Gangues de NY
Bastou Robert Wise dizer que o diretor Martin Scorsese merecia desta
vez ganhar o Oscar por Gangues de Nova York que a Miramax
se aproveitou da situação para tentar levar a melhor. Tudo porque
Wise, que além de cineasta membro da Academia é um colunista respeitado
pelos críticos cinematográficos, acabou infringindo a regra que
proíbe a divulgação do voto pelos membros votantes. A Miramax aproveitou
a deixa e incluiu no anúncio do filme, publicado mais de seis vezes
nos principais jornais americanos, a posição de voto de Wise, além
de congregar implicitamente os membros da Academia a seguirem esse
exemplo. Acontece que nem a Academia gostou da investida, muito
menos o próprio Scorsese, isso sem falar nos votantes que seriam
coagidos com a campanha publicitária. Sem opção, a Miramax retirou
o anúncio de circulação.
Scorsese
e DiCaprio firmam longa parceria
Falando em Scorsese, ele e Leonardo DiCaprio estarão envolvidos
em projetos comuns por um bom tempo. Depois de Gangues de Nova
York, a próxima investida será The Aviator, a biografia
do multimilionário cineasta texano Howard Hughes (1905-1976). Em
seguida, vão trabalhar na superhipermegaprodução Alexandre, o
Grande, a ser estrelada por DiCaprio e produzida por Scorsese.
E para fechar 2004, os dois se juntarão a Mick Jagger em um filme
sobre a história do rock, ambientada entre os anos 60 e 90. O roteiro,
segundo Scorsese, está pronto e foi escrito em parceria com o astro
dos Rolling Stones - os dois já estariam trabalhando neste projeto
há alguns anos. Di Caprio deverá ser o protagonista na trama, que
também deve ter a presença de Jagger no elenco.
Os
americanos mais legais da TV em breve na telona
Quem nunca morreu de rir ao assistir Os Simpsons? Conhecidos
de norte a sul do planeta, os personagens de Matt Groening terão
direito a um longa metragem de aproximadamente uma hora e meia.
O projeto já está em andamento mas, segundo Groening, seu maior
temor é de que o filme caia em "lugar comum", como tantos outros
inspirados em séries de TV. A proposta é seguir o exemplo da série
de tv South Park, grande sucesso nos EUA que, em contrapartida,
não agradou muito ao público brasileiro.
Spielberg
querendo remexer o passado
Algumas coisas é melhor deixar quieto, ainda mais quando se trata
da continuação de grandes franquias. De Volta Para o Futuro
é um bom exemplo. O primeiro filme é melhor que o segundo e este,
por sua vez, melhor que o terceiro. Para quê então realizar um quarto
filme para a série, ainda mais depois de 15 anos?! Bom, a idéia
é de Spielberg e da Universal Pictures, tudo por causa do sucesso
de vendas da trilogia em DVD. Acontece que os protagonistas Michael
J. Fox e Christopher Lloyd não têm planos de retomar o projeto.
A saída, segundo Spielberg, pode ser um longa-metragem em... desenho
animado, como a série exibida na TV, em 91. Sem comentários.
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