Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-settings.php on line 472

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-settings.php on line 487

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-settings.php on line 494

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-settings.php on line 530

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-includes/cache.php on line 103

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-includes/query.php on line 21

Deprecated: Assigning the return value of new by reference is deprecated in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-includes/theme.php on line 623

Warning: Cannot modify header information - headers already sent by (output started at /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-settings.php:472) in /home/abacaxiatomicoco/public_html/wp-includes/feed-rss2.php on line 8
ABACAXI ATÔMICO http://www.abacaxiatomico.com.br Música, cinema, esportes... e detonação geral!!! Mon, 05 Sep 2011 21:47:50 +0000 http://wordpress.org/?v=2.6.3 en Recomendações rapidinhas http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2569 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2569#comments Mon, 05 Sep 2011 21:47:50 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2569 Antes de mais nada, Setembro chegou e finalmente esfriou o verão do Hemisfério Norte.

Enquanto isso, na terra dos blogs, o povo do pegar mulher publicou o guia completo de como chegar em uma menina. Outra brincadeira interessante foi o vídeo tributo a UG Krishnamurti, pra quem gosta deste tipo de brincadeira. Brincadeira.

Abraços, e que venha o outono!

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2569
Gustavo Horn Produções http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2565 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2565#comments Sat, 27 Aug 2011 00:55:59 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2565 Oi pessoas,

Jerônimo Pseudônimo voltando do longo inverno sem postar nada. Eu só escrevo aqui pro abacaxi quando dá na telha, pro desespero do meu chefinho. Enfim, no texto de hoje eu quero te chamar de incompetente.

Antes de mais nada, assista ao seguinte vídeo: Mãe, cansei de Pizza! #2

Você é incompetente por que um moleque de 18 anos consegue fazer vídeos como esse por conta própria, e você não. Não vou ler a biografia do sujeito, mas não é difícil de adivinhar a história. Ele aprendeu a mexer no Adobe Premiere e AfterEffects sozinho, fuçando uma cópia pirata no computador da sala. Deu um jeito de arrumar uma câmera, e mandou ver na produção.

Depois de chamar a atenção pela qualidade, o pessoal do Jacaré Banguela e do Google resolveram pagar-lhe uma graninha pra que ele continuasse a fazer vídeos. Simples: ele faz um negócio foda, os grandões percebem que pagar pro produtor vai gerar muito mais grana pra eles próprios.

Em outras palavras, você não tem desculpa pra ser um mané que reclama do seu trabalho e da falta de dinheiro.

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2565
Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2546 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2546#comments Fri, 15 Jul 2011 19:56:51 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2546

Colaboração: Lucita Sibila

Ainda agora, enquanto tentamos escapar aos muito sedutores clichês de fim de qualquer coisa, uma sensação de clareza súbita se apodera de nosso raciocínio, de certa forma bloqueando a escrita desta resenha. Tudo isso porque falar do último filme da série mais bem sucedida da história do cinema é uma tarefa um tanto inglória, não só por sermos ambas admiradoras da saga – sendo a senhorita Lucita Sibila inclusive daquelas que aparece na TV dando entrevista pra noticiário do meio-dia #prontofalei – mas porque sabemos o fascínio que a série como um todo exerce sobre os seus fãs, que tratam tudo relacionado à ela com dedicação apaixonada.

Falar de Harry Potter, portanto, é como meter a colher numa relação de amor que já dura 14 anos e 10 anos incompletos – idade do primeiro livro da série literária e da primeira adaptação cinematográfica, respectivamente. É confrontar as diversas opiniões e visões lapidadas em leituras e sessões repetidas, mas que se fundam, no fim das contas, nas peculiaridades da imaginação de cada leitor, de cada espectador.

Se para nós, meras colunistas de cultura, o peso da saga é oprimente, imaginamos o que não deve ser o fardo que repousou no colo do diretor David Yates, vezes seguidas: ser responsável por retratar algo que milhares de pessoas – com milhares de visões bem específicas da história – aguardam ver nas telas desde novembro de 2007. Essa fardo (alguém aí lembrou do Froddo?) é comparável talvez à carga de responsabilidade do próprio menino bruxo – que, para os desavisados (que duvido que ainda existam), é simplesmente salvar o mundo inteiro e adjacências dos desmandos e loucuras do Lord Voldemort.

No entanto, para alegria geral da nação potteriana, mais uma vez o diretor é bem sucedido em tratar o epílogo com cuidado que o mesmo merece, mostrando entendimento dos pormenores da história e consciência de suas escolhas. Desde a paleta de cores escuras, passando por posicionamentos de câmera oportunos, pela trilha sonora que evoca o clima que uma guerra dessas proporções causa, tudo contribui para criar um plano de fundo acertado e propício para o trabalho dos atores.

A esse respeito, é fácil notar que há uma maior consistência na atuação do trio central – talvez devido ao fato de os personagens já serem agora algo que habita sob a pele de cada um deles. Que Harry, Ron e Hermione amadureceram já estava mais que claro desde a primeira parte – se a guerra faz dessas coisas com aqueles que são coadjuvantes, que dirá com os que ocupam um lugar central na sua resolução, para bem ou para mal. Mas nesse capítulo, cada um se mostra especialmente mudado, seja uma Hermione mais aberta a ouvir aos outros ou um Ron que se mostra cada vez mais sagaz e pro ativo; mas a mudança mais capital é principalmente percebida no personagem central.

O garoto que aos onze anos se descobriu parte – e que parte! – de um mundo onde tudo era literalmente mágico, cheio de pessoas exóticas e correio entregue por corujas, onde tudo era alegria, descoberta, brilho e acordes maiores nas trilhas sonoras percebeu que este mundo agora está distante. No andamento natural do mito do herói, o personagem que era o arquétipo do órfão e do inocente – que é sempre orientado por seu mentor (Dumbledore), amparado e salvo por seus parceiros (Ron e Mione) – foi modificado. Agora ele é o aquele que abraçou sua causa por vontade, vocação e necessidade, teve seu caráter moldado por suas perdas e sua força garimpada pelas inúmeras ações cruéis de sua nêmese e seus comparsas.

Harry, um homem de apenas 17 anos, é a peça chave de uma batalha de proporções apocalípticas, mas não é a única peça nesta trama.

No entorno, um elenco de primeira grandeza que, às vezes com aparições apenas pontuais, confere aos seus respectivos personagens toda a carga dramática necessária para que se note, por trás de toda fantasia que é própria do mundo criado por J.K Rowling, a tangibilidade do horror que todos eles vivem. Nesse sentido, Maggie Smith, Helena Bonham Carter, Michael Gambon, Alan Rickman e Ralph Fiennes são tudo o que se espera deles e mais.

Há verdade no fascismo, insanidade e crueldade de Voldemort (Fiennes) e Bellatrix (Bonham Carter) - esses os vilões tão corrompidos pela maldade que parecem ter essa essência podre escapando pro lado externo de seus corpos, sempre sujos, com dentes apodrecidos, cobertos de fuligem.

Há verdade no tom sempre professoral e decidido de Minerva McGonagall (Smith) que assume para si a liderança da batalha de Hogwarts e demonstra em meio ao caos uma suavidade e disposição inabalável com ocasionais alívios bem-humorados, raramente vistos antes.

Há verdade nos olhos e atos da alma grinfinória de Neville Longbottom (Matthew Lewis), que mesmo em face ao horror e a destruição da batalha acha em seu coração espaço para a delicadeza inegável e irresistível do amor, e mostrando de vez as razões pelas quais ele seria “aquele que poderia ter sido” (algo tão querido e esperado pelos fãs).

Há verdade em Luna (Evanna Lynch), essa adorável excêntrica garota, em sua suavidade e doçura, na sua percepção tão clara e objetiva dos fatos, sem jamais ser pessimista com o que a circunda.

Há verdade nos olhos amáveis e cheios de culpa de Dumbledore (Gambon) presente em flashbacks cruciais numa das mais lindas e poéticas cenas de toda a série (King’s Cross jamais será a mesma depois desta obra escrita pela mais famosa britânica viva – depois rainha, talvez).

Mas, principalmente, há verdade, intensidade, profundo sentir na atuação soberba de Alan Rickman. Snape é, conforme esperado, ponto crucial para o entendimento e desenrolar da trama, mas o ator vai além. Tudo em seus olhares, gestos e modo de falar é repleto de significado e a sequência que apesenta aos espectadores suas memórias é um dos momentos de maior delicadeza e mais emocionantes de toda a película.

É claro que nem tudo é perfeito. Aqueles que desconhecem a mitologia que envolve a série podem ficar um tanto perdidos – a essa altura é natural que o roteirista e o diretor esperem do espectador o mínimo de conhecimento a respeito do curso dos fatos. Ainda assim, mesmo para os conhecedores da trama, há coisas importantes que ficam sem explicação de porque, como, de onde e para quê (fique bem atento para entender o fechamento da trama das Relíquias que dão nome ao filme).

Além disso, há falhas e alguns furos na trama herdadas do próprio livro: a superficialidade da autora em tratar a morte de personagens queridos (talvez em função do ponto de vista da narrativa ser o do próprio Harry) se repete no filme. A única partida que bem foi desenvolvida e tecida para ser sentida a fundo, no livro e no filme, é mesmo a ocorrida primeira parte do epílogo – a de Dobby. Não coincidentemente, esta é a sequencia que inicia a segunda parte, como se fosse um aviso muito claro do que estava por vir nas mais de 2 horas de projeção.

Mesmo assim, não há no filme nada que comprometa profundamente o resultado final. Yates acertou brilhantemente com seu olhar humano, honesto e porque não dizer carinhoso para com o filme e, principalmente, para com os fãs.

E se sentir vontade de chorar, não se preocupe. Todas as lágrimas que porventura teimarem em cair terão o respaldo ontológico de todas as nossas saudades, perdas, vitórias suadas e surradas, de tudo aquilo que enfim, nos enche a alma e nós faz ser quem somos. (Psicologizamos e racionalizamos, mesmo).

Portanto, entregue-se à experiência. O cinema é um lugar seguro. E escuro.

PS.: Esse filme é feito em tons escuros, sombrio e repleto de sombras. Portanto, é um tanto redundante assistir em maior estado de escuridão conferido pelo 3D (que, além de tudo, é o famoso “filme Avatarizado” - ou seja, filmado originalmente 2D e convertido para a tecnologia 3D”. Não acrescenta muito e não há grandes mudanças na experiência fílmica).

Avaliação:

FICHA TÉCNICA: Harry Potter e As Relíquias da Morte – Parte 2 (Harry Potter and The Deathly Hallows – Part 2). Reino Unido/EUA, 2011. Direção: David Yates. Com Daniel Radcliffe, Rupert Grint, Emma Watson, Ralph Fiennes, Helena Bonham Carter, Michael Gambon, Alan Rickman, Maggie Smith, Tom Felton, Bonnie Wright. Cor, 131 min.

*Site oficial: http://harrypotter.warnerbros.com/harrypotterandthedeathlyhallows/mainsite/index.html

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2546
Livro saindo do forno http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2544 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2544#comments Thu, 07 Apr 2011 09:58:08 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2544 Mais um prodígio saindo deste famigerado blog lança seu ebook sobre como pegar mulheres. Não deixe de checar.

No mais, mandaram avisar que o Japão está meio cabisbaixo, mas as flores de cerejeira já começaram a mostrar as pétalas rosadinhas.

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2544
Cisne Negro http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2531 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2531#comments Mon, 07 Feb 2011 02:40:15 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2531

Já diria Calvin (não o filósofo, mas o garotinho de cabelo louro espetado das tirinhas do Bill Watterson), em toda a sabedoria de seus seis anos de neve, que para evitar frustrações é importante manter baixas as expectativas a respeito de basicamente todas as coisas.

A lógica é bastante simples. A execução, porém, nem tanto.

Ao ver toda comoção causada pelo novo longa de Darren Aronofsky decidi, pelo bem da minha experiência cinematográfica, não assistir a trailers, não ler resenhas e, o mais importante, evitar veementemente contato com opinião de Críticos Profissionais ™ que - danadinhos! - fizeram download do longa e testamentaram seus respectivos pareceres a respeito (diga-se de passagem, nem sou uma coisa nem fiz a outra - só pra esclarecer).

Ainda assim, não consegui manter a fleuma com tanta eficácia quanto Hannibal o faria. Uma expectativazinha marota sempre acaba ficando de resquício aqui e ali, fermentada por um Globo de Ouro acolá. A boa notícia é que com Cisne Negro isso não fez a menor diferença.

A experiência de assistir a esse suspense psicológico foi para mim algo que beira o indescritível - por isso, caso eu falhe miseravelmente na tarefa de, ora bolas, descrever e avaliar o filme, peço aos leitores que me perdoem.

Com roteiro de Mark Heyman, John J. McLaughlin e Andres Heinz, Cisne Negro acompanha Nina Sayers (Natalie Portaman, no papel que lhe rendeu o Golden Globe de Melhor Atriz de Drama e a coloca na dianteira da disputa do Oscar), uma dedicada bailarina que tem oportunidade de protagonizar uma nova versão de “O Lago dos Cisnes” no cobiçado e ambíguo papel da Rainha dos Cisnes.

Suspense psicológico, psicologia, psique e - porque não dizer - psicose são justamente onde residem os cernes da questão onde todo o argumento do filme se sustenta. Desde a relação claustrofóbica da jovem com sua mãe superprotetora e por vezes cruel (vivida por Barbara Hershey com um toque do que os nosologistas do início século passado diriam ser uma relação capaz de produzir um Norman Bates de toutou) até a absoluta adoração por aquela que viria a substituir – a primeira bailarina Beth Macintyre (Winona Ryder) – Nina se porta de maneira passiva, reprimida e infantilizada.

Insegura e facilmente intimidada pelas demais bailarinas da companhia, a jovem começa a sentir a pressão dos papéis que está prestes a desempenhar: com seus modos delicados e uma técnica impecável ela consegue, sem esforço, imprimir verdade ao papel do casto Cisne Branco; porém, sua busca de perfeição de movimentos esbarra numa mecanicidade, falta de paixão e de sensualidade quase crônicas que a impedem de ser um Cisne Negro crível. Essa dificuldade de entrar em contato com a viscelaralidade do duplo sombrio da branca Princesa Odette materializa-se na frustração do diretor da companhia e objeto de seus desejo Thomas Leroy (o intenso Vincent Cassel, em personagem com sobrenome cuja grafia se aproxima significativamente do francês “le roi”, “o rei”), que passa a cobrar, com razão, que a jovem ouse, sinta e transmita a energia criadora da sexualidade conferindo vida ao personagem.

Nesse contexto surge a novata Lily (Mila Kunis) – bailarina que, ainda que peque em técnica, com sua desenvoltura e carisma é a própria encarnação das qualidades do Cisne Negro, posto que envolve a todos (inclusive “o rei”-príncipe-diretor Leroy) numa aura magnética e sedutora. Para a torturada Nina está estabelecido o pano de fundo para que sua mente fragilizada aos poucos seja tomada por um emergente lado sombrio.

Essa metamorfose da jovem contida e pueril em alguém ousado, sensual e até temerário é orquestrada por Aronofsky como um espetáculo de  ilusionismo, um jogo de fumaça e espelhos onde o real e o delírio se confundem, criando um efeito de sonho para quem assiste. A atmosfera construída orbita ao redor da protagonista ao som da trilha sonora de Clint Mansell, que propositadamente ecoa a obra de Tchaikovsky ora de maneira vertiginosa e distorcida, ora delicada e seca, pontuada a todo momento por alucinações auditivas – risadas, sussurros e sons de espelhos se partindo – que refletem a personalidade cindida de Nina. O resultado é um mundo das artes perturbador e obsessivo, repleto da ambiguidade e paranoia que envolvem tanto a personagem quanto os espectadores na medida em que a trama se desenrola.

A escolha de retratar a narrativa com câmeras na mão e closes nada ortodoxos aproxima o espectador da protagonista, ampliando a vivência da dualidade da mente de Nina como se essa saltasse da projeção e se instasse na poltrona do lado de quem vê. Inveja, vaidade, luxúria e ira transitam por todo o filme, descarnando a alma humana no até o mais íntimo de seus anseios. E é aí que o filme se torna palpável para o espectador, mesmo que cheio de cenas delirantes, impossíveis e bem específicas que representem o sentir distorcido da protagonista: sua ambição, seu desejo e sua loucura conferem um tom factível à trama.

O desfecho do filme, como não poderia deixar de ser, é um destino plausível à vivência brutal da vida de cisne branco e seu duplo sem, contudo, perder o ar de suspense até o último segundo de projeção. Porque não importa o quanto se lute para equilibrar a balança e obter respostas, no fim ela será, invariavelmente, uma nova pergunta. (Processem o Freud, que com toda essa conversa deve estar com cara de “Eu sabia” lá no céu dos caras geniais).

Yan e Yang, bem e mal, luz e sombra, loucura e sanidade.

Cisne Negro é uma obra brilhante e uma experiência impactante, aterradora. E, em se tratando da história de uma artista que busca justamente veracidade e perfeição para construir emoções no palco – vejam a ironia – é sufocantemente emocionante.

Avaliação:

Ficha Técnica:

Black Swan. EUA, 2010. Direção: Darren Aronofsky. Com: Natalie Portaman, Vincent Cassel, Mila Kunis, Barbara Hershey, Winona Ryder. Cor, 108 min.

Página na Web: http://www.foxsearchlight.com/blackswan/ (em inglês)

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2531
O Turista http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2525 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2525#comments Fri, 21 Jan 2011 17:26:49 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2525

Se uma pessoa estranha – e estonteante – em quem você esbarra num trem, com quem você brinca de flertar, oferece a você uma carona num barco-taxi em Veneza e, posteriormente, convida a se hospedar com ela em um dos mais caros hotéis da cidade obviamente você vai com ela, não vai?

O remake de Florian Henckel von Donnersmarck é fiel à proposta meio nonsense do original francês de Anthony Zimmer, de 2005. Um thriller de espionagem que se passa na Europa e que acompanha Frank, um professor de matemática americano que está de férias no velho continente, e que se vê envolvido numa trama que conta com mafiosos, Scotland Yard, Interpol e uma misteriosa e bela dama num trem – meio Agatha Christie, né?

A escolha dos protagonistas – que passou pelas mãos de Tom Cruise e Sam Worthington, além de Charlize Theron – ajuda bastante a criar a simpatia pelo filme e, em grande parte é o que sustenta o interesse do espectador ao longo da película.

O problema de “O Turista”, porém, é a mão do diretor que, ao invés de abraçar de vez a veia cômica que tem em mãos, leva a trama, os atores e a si mesmo sério demais, enquanto as outras pessoas da equipe já entregaram o processo para o lado Jerry Lewis da força.

Não dá para culpar a Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood por enquadrar o filme na categoria Comédia/Musical quando absolutamente tudo na trama aponta para isso. Policiais italianos caricatos, mafiosos russos, fugas em telhados, quedas de telhados. Além disso, no roteiro de Julian Fellowes, Christopher McQuarrie e Jeffrey Nachmanoff isso fica ainda mais claro, cheio de tiradas espertas e piadas sobre os hábitos dos turistas americanos. A mão cômica pesa ainda mais nas falas do personagem de Depp, que vez ou outra visita o senhor Sparrow para referências de atuação.

Se, como eu, você se entregar à experiência com mente aberta para uma sessão pipoca descompromissada, vai ficar tudo bem.

Avaliação:

The Tourist. EUA, 2010. Direção: Florian Henckel von Donnersmarck Com: Johnny Depp, Angelina Jolie, Paul Bettany, Steven Berkoff, Timothy Dalton, Rufus Sewell. Cor, 103 min.

Site Oficial: http://www.sonypictures.com.br/Sony/HotSites/Br/oturista/

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2525
A Morte e a Vida de Charlie http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2517 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2517#comments Fri, 14 Jan 2011 09:34:43 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2517

DISCLAIMER: Essa é, muito provavelmente, a resenha mais pouco resenha que você já leu em sua existência terrena e beyond. Tudo porque o ser humano é um algo altamente influenciável e eu estou bastante influenciada por umas coisas que ando lendo.

Pois bem. Eu sou uma pessoa que de fato gosta de filmes de cunho dramático-sentimentalista com lições para toda vida no fim e, confesso, foi por isso que me interessei pela película em questão, há alguns meses – trailers, trailers e suas músicas que induzem o coração. Além disso, sou uma curiosa por natureza e, diabos, ver o Zac Efron fora do ambiente musical de High School Musical e Hairspray , e sentir se existe alguma consistência além dos sempre belos e profundos olhos azuis me intrigou mais que muito.

Imbuída deste tipo de lógica, calcei minha guitly pleasure face e passei a observar algo que seria um marco nessa vida de resenhista. Acompanhe.

Charlie St. Cloud é um jovem de ouro na pequena cidade em que vive com a mãe e o irmão mais novo que o venera, Sam; prestes a receber uma bolsa de estudos de uma Universidade Conceituada, ele é aquele de quem todos “podem esperar grandes feitos”. Tudo muda, porém, quando Charlie e Sam se envolvem num violento acidente de carro em que Charlie é milagrosamente trazido de volta à vida para ter de encarar a morte do irmão.

Engolfado pela perda e pela culpa, desse momento em diante, Charlie passa a ver o fantasma do irmão morto e faz a promessa de encontrar Sam todos os dias, ao pôr do sol, para que possam treinar arremessos e tornar mais suportável a vida – e o pós vida. Anos depois Charlie ainda está na pequena cidade, trabalhando como zelador do cemitério onde o irmão está enterrado quando se depara com uma jovem que vai fazê-lo confrontar a morte do irmão e ter de se decidir entre manter a promessa ou viver finalmente uma perspectiva de vida real dali em diante.

Veja bem: a premissa do filme baseado no livro bestseller “The Life and Death of Chalie St. Cloud”, de Ben Sherwood, faz com que esperemos muitos momentos de partir o coração, com o personagem que lida com a culpa, a carga psicológica de ter falhado em ser tudo o que podia ser, e de ter de, no fim, que lidar com sua Escolha de Sofia romântica-sobrenatural particular. Soa como algo meio Nickolas Sparks (autor de Diários de uma Paixão e Querido John) encontra M.Night Shayamalan (O Sexto Sentido), certo? Errado.

Isso não acontece. O filme mostra as sucessivas escolhas por parte do diretor que mantém tudo – da ambientação e apresentação da história ao espectador, até mesmo a forma de desenvolver a relação ‘antagonista’ que deveria por à prova a simbiose dos irmãos – na mais perfeita superficialidade.

O visual e o clima criados pela direção de fotografia de fato remetem à uma ar bucólico, quase poético, com imagens da costa, de bosques e outras tomadas muito bem executadas que poderiam ser um pano de fundo perfeito para que a construção do amor de Charlie e Tess fosse crível. De novo, não ocorre. É tudo tão flash-foward e desconexo que a mocinha amarga uma total falta de carisma que tira a credibilidade emocional da dúvida de Charlie. Não pode ser por uma Tess tão instável que ele iria sequer cogitar deixar de lado uma rotina de cinco anos sendo fiel à promessa de brincar de arremessos com o irmaozinho fantasma. (Aliás, lá enquanto essas cenas de baseball-além-da-vida acontecem, você fica se perguntando “ué, como assim o fantasma pega a bola e tipo, joga de volta?”)

Em filmes assim, a história precisa nos fazer esquecer a barreira do ceticismo para minimamente ser possível acompanhar a onda de pura narrativa sentimental, sem maiores quebra-molas inquisitivos. Mas se, ao contrário, você começa a sair do devaneio receptivo de quem simplesmente embarca na história romântica e passa a lidar com a sensação de estar vendo um amontoado de balelas significa que o filme falhou miseravelmente na sua proposta original.

A única coisa que salva “A Morte e a Vida de Charlie” de ser uma monumental estante de abacaxis é a interpretação de Zac Efron que, surpreendentemente, imprime força emocional ao personagem título com um olhar melancólico, distante e cheio de significados que ele pinça do entendimento do que realmente a história deveria se tratar. A continuar evoluindo assim, vou fazer como o diretor da escola de Charlie e dizer que espero grandes feitos dele. De verdade.

No mais, só para concluir como comecei, este é um exemplo de como arruinar a experiência fílmica de alguém mesmo baseado em algo que tinha todos os elementos água com açúcar para dar certo - nesse tipo de premissa, claro.

Avaliação:

Ficha Técnica:

Charlie St. Cloud. EUA/Canadá, 2010. Direção de Burr Steers. Com: Zac Efron, Charlie Tahan, Amanda Crew, Augustus Prew, Ray Liotta, Kim Basinger. Cor, min.

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2517
As Viagens de Gulliver http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2506 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2506#comments Wed, 12 Jan 2011 20:55:10 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2506

Há tempos Hollywood tem transitado com frequência no terreno seguro das adaptações literárias, e a matemática que dessa empreitada é bem óbvia: feijão com arroz e batata frita tem maior número de fãs que um pires de sashimi de polvo. Nenhum filme blockbuster com seu orçamento estratosférico quer amargar o limbo da impopularidade por conta de um roteiro surreal de algum autor com ideias pouco convencionais – que eventualmente pode surpreender. Mas, convenhamos, assumir o risco do “eventualmente” é para poucos e muito bons.

Por isso, sem surpresa, mais uma vez foram beber na fonte literária dos clássicos, encontrando na lagoa de Jonathan Swift a água inspiradora para as peripécias já (demasiado) conhecidas de Jack Black em sua mise-em-scène habitual.

Nessa versão século XXI, Gulliver é o clichê do anti-galã com síndrome de Peter Pan que não cresce na vida pessoal ou profissional porque não arrisca sair do terreno seguro do jardim de infância. Vivendo de transitar pelos corredores do jornal em que trabalha no cargo de chefe da expedição (uma espécie de ASPONE da entrega de correspondência interna) e amar platonicamente uma mulher a cinco anos, ele vê seu mundo cair quando um recém-chegado com cara de yuppie toma seu cargo em apenas um dia de trabalho ‘sério’. Esse é o gancho para que, em consequência de uma série de meias mentiras e mal entendidos, ele vá parar no triângulo das bermudas para escrever uma matéria e acabe aportando na terra desconhecida de Lilliput.

Para alegria de sua autoestima de estatura sub-lilliputiana, ele descobre que em terra onde tudo se mede em centímetros, muitos metros a mais e uma falastronice incurável são o atalho para a glória – ainda que toda feita de fumaça e espelhos (puro truque, senhoras e senhores… Modo referências fabulescas ON. E OFF)

A estratégia do roteiro para amarrar uma história que na mente do século XVIII fazia sentido – porque havia ainda territórios inexplorados no mundo e as pessoas pendiam para um imaginário bastante colaborativo – é sutil, e não causa maiores espantos num filme com pressuposto de narrativa de fantasia.

De Star Wars a Avatar, espalham-se pelo filme de maneira divertida referências a um sem número de coisas que a turma nerd (o novo cool da moda, quem diria) ama de verdade, ou ama fingir odiar. Confesso ter me divertido brincando de localizar e reconhecer a procedência de cartazes e propagandas na réplica Lilliputiana da Times Square, conforme descrito por Gulliver para os crédulos seres vitorianos versão pocket. Nesse parte do fantástico mundo de Bobby-Gulliver, ele é o rei do mundo, o presidente fenomenal e… o Leonardo di Caprio – assista que vai fazer sentido, prometo.

Cinema pipoca, com tudo o que se tem direito. Em se relevando todo o clichê Jack Black (air guitar, dancinhas esquisitas, músicas inventadas e números musicais – não pergunte) ou, para alguns, justamente por isso, considere sua ida ao cinema um passeio legal na montanha russa – diversão sobe-e-desce, sem muitos loops, que pode até dar um friozinho na barriga. Mas não é a experiência de uma vida – não que alguém em sã consciência vá em busca disso num filme assim.

Espero…

Avaliação:

Ficha Técnica: Gulliver’s Travels, EUA 2010. Direção: Rob Letterman. Com Jack Black, Jason Segel, Emily Blunt, Amanda Peet, Billy Connoly. Cor, 85 min.

P.S: Resenha inspirada em muitos momentos de uma conversa com o Professor Xavier Cajabis. (principalmente na alegoria da montanh-russa, deveras divertida!)

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2506
Além da Vida http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2499 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2499#comments Thu, 06 Jan 2011 20:45:59 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2499

“Um tsunami devastador arrasa uma pequena cidade litorânea na Indonésia, quase causando o afogamento de uma jornalista francesa e levando-a a um estado de quase morte. Nas ruas de Londres, um acidente faz com que um jovem menino tenha seu irmão gêmeo, que sempre foi seu conselheiro, arrancado de sua vida. E, do outro lado do mundo, em São Francisco, um homem se desconecta da realidade para abafar as vozes dos mortos.”

A morte afeta imensamente a vida.

Independente de crença – ou descrença – de todo modo qualquer ser humano caminha para os braços da misteriosa dama desde o dia em que nasce. Nada mais natural que questionamentos sobre a existência de um “depois da vida” permeie nosso imaginário quando em vez.

Por isso mesmo, muito já foi dito e feito sobre esse assunto, com maior ou menor competência, com ou sem apelo proselitista, em todas as mídias conhecidas. E aposto meus abacaxis que irá continuar a acontecer durante séculos e séculos, até o fim dos tempos – se este existir.

De início já posso dizer da ousadia que é um diretor se propor a tratar um tema que é em muitos aspectos traiçoeiro, principalmente sendo ‘pé no chão’ como Clint Eastwood – ainda que extremamente sensível na sutileza de suas abordagens - e já aclamado e reconhecido por seus filmes figura-cativa em prêmios da academia.

No terreno lodoso que é abordar a vida após a morte, é grande o risco de derrapar num tom de doutrinação, numa conversa autoajuda que beira a fantasia ou pior, optar pela escolha fácil de Humpty-Dumpty que, em cima do muro, não pende nem para a certeza, nem para a descrença – hábito que acho particularmente covarde, comum aos que preferem lavar as mãos a assumir um compromisso real com a narrativa.

Eastwood, entretanto, finca seu “pé no chão” na certeza da humanidade dos fatos, na verdade dos sentimentos de seus personagens, cada qual tocado pela morte de um modo distinto, pintando um quadro possível e que aproxima o espectador da história.

No roteiro de Peter Morgan (de ‘Frost/Nixon’ e ‘A rainha’), três histórias são tecidas em diferentes lugares do mundo, de pessoas afetadas pela morte de um modo que a maioria das pessoas não costuma experimentar e, como expectadores, transitamos junto dos personagens centrais dos três núcleos e sua vivência peculiar do além vida.

Ora estamos na Indonésia, ora na França, acompanhando os esforços da bem sucedida jornalista Marie Lelay (Cécile de France), para compreender sua experiência de quase morte num tsunami – uma sequência avassaladora logo no início do filme - que apontou seu olhar para um prisma completamente distinto do que está habituada.

No momento seguinte estamos em San Francisco, na reclusão voluntária de George Lonegan (sobrenome sugestivo do personagem de Matt Damon - lone é solitário em inglês -, em atuação tocante) que, em meio a audições de livros de Charles Dickens em noite insones, empreende uma tentativa de ter uma vida comum como um simples operário; no entanto, ele se vê confrontado com as vozes da morte a cada vez que toca outro ser humano.

E então somos levados a Londres para partilhar a busca incansável do jovem Marcus em contatar seu irmão gêmeo Jason, cuja a morte súbita em um acidente gerou também sua separação da mãe viciada em heroína, potencializando a força brutal da perda. Cabe um parêntese: os irmãos são vividos pelos novatos George e Frankie McLaren, e talvez interpretação do gêmeo sobrevivente (Marcus) dividida por eles seja a mais impactante do filme. A força da ligação real entre irmãos vindos de uma mesma célula, que acaba tangenciando a história como uma possibilidade de perda real é transmitida com uma veracidade dolorosa.

Esta escolha narrativa de intercalar as histórias e vivências de cada um dos personagens e o modo como elas convergem ao final nos permite perceber como a vida tem um modo muito peculiar de tecer enredos sem que percebamos, mas que nos levam invariavelmente a um ponto comum sobre o qual não temos controle. O caminho até lá, porém, tornará a jornada mais ou menos significativa, e é de nossa total responsabilidade.

Sim, trata-se de um filme sobre a vida após a morte, mas acaba por ser um filme delicado, humano, ousado e sensível que tem por foco a vida. Como diz um personagem do próprio filme “Uma vida que gira em torno da morte, não é vida de modo algum”.

Mais Clint Eastwood, impossível.

P.S.: Nesse exato momento, ouço em loop a trilha sonora delicada e minimalista deste filme de Clint Eastwood – composta pelo próprio, veja só! - e me pergunto como é que se escreve sobre um tema desses de modo imparcial. Por isso, de cara já me desculpo se vazar nas palavras alguma parcialidade no discurso. No fim sou uma pessoa legal, mas ainda uma pessoa…

Avaliação:

FICHA TÉCNICA: Além da Vida (Hereafter).EUA,2010. Direção: Clint Eastwood. Com Matt Damon, Cécile de France, George McLaren , Frankie McLaren, Bryce Dallas-Howard, Jay Mohr. Cor, 129 min.

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2499
Uma leitura do livro The Game http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2496 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2496#comments Thu, 23 Dec 2010 10:58:02 +0000 http://www.abacaxiatomico.com.br/?p=2496 Hoje tenho vontade de trair a tradição que o grande acabaxi atômico tem de falar mal de bandas coloridas de pop rock com letras sofríveis e produção medíocre. Hoje pretendo falar mal de um livro que teve uma grande influência sobre minha própria experiência no planeta Terra que estamos destruindo há milhares de anos, mas sem perceber, então está tudo bem.

O livro em questão foi lançado em 2005, e seu título completo é The Game: Penetrating the Secret Society of Pickup Artists.

O acrônimo comumente usado na Internet para designer os pickup artists é pua. A história começa com um monte de nerds sem a capacidade de arranjar namoradas se juntando em fórums na Internet e trocando pickup lines. As pickup lines eram tratadas como uma espécie de árvore lógica que deveria ser resolvida a priori com o objetivo de levar mulheres pra cama.

O livro em si é um romance interessante, especialmente as histórias de sexo com atrizes pornô em banheiros de boates. Também vale a pena perceber como os caras que participaram desse “movimento” passaram a enxergar toda a situação sob um ponto de vista de negócios/business, e como isso pode ter acarretado tantas brigas internas com o objetivo de tomar o poder. Difícil de imaginar essas brigas no pua brasil.

Enfim, eu posso dizer pessoalmente que tenho me divertido bastante com os princípios que aprendi ao me interessar por essa “sociedade secreta”. Por enquanto somente testei tais princípios no Japão e nos EUA, mas com bastante sucesso. Agora no início de 2011 vou passar um tempo no Brasil me divertindo e testando minhas habilidades.

]]>
http://www.abacaxiatomico.com.br/?feed=rss2&p=2496